" André Ventura contra o regime do desprezo" in Folha Nacional
"André Ventura contra o regime do desprezo" Portugal nasceu contra a corrente. Contra a geografia, impérios e contra a prudência dos acomodados. Um país improvável, que durante séculos se assumiu como Nação. O globalismo, por outro lado, não precisou de canhões, mas de manipulações. Convenceu-nos de que a identidade é um excesso, que a soberania é algo grosseiro e que ter memória pode ser perigoso. Ensinou um Povo antigo a pedir desculpa por existir e, não ocupando territórios mas consciências, venceu-O pelo cansaço. Para executar esta transformação com eficácia, foi necessário um operador interno. Encontrou-se o "mercenário" ideal: o Partido Socialista. O PS não governa Portugal, gere-o. Gerindo expectativas e dependências; no fundo gerindo a decadência. É um aparelho não ideológico que sobrevive do "quanto pior melhor". Um regime de rotação onde o poder nunca sai do mesmo círculo e que apenas muda de lugar à mesa. Um sistema onde a incompetên...